Grupo de estudo Memória, Narração, História

Por Léo Vieira

Durante as discussões do grupo de estudos coordenado por Washigton Drummond (História UNEB) cujo articuladores foram Amine Portugal, Breno Thadeu e Osnildo Wan-Dall (todos do Laboratório Urbano UFBA), foi debatido como os termas memórias, narrações e histórias integram-se na compreensão de experiências de cidade, e como se dá a correlação entre eles.

Além disso, também foram abordados temas como tradução, ética, representação, etnografia, política, forma de produção na academia e ferramentas atuais de apreensão da cidade.

Confira fotos.

* Os grupos de estudo aconteceram nos dias 5 pela tarde e 6 pela manhã na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFBA, integrando a programação do Corpocidade 4.

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Grupo de Estudos Subjetividade, Corpo e Arte 1b

Por Thiago Magri

O grupo de trabalho Subjetividade, Corpo e Arte coordenado por Thais Portela (PPGAU – FAUFBA) contou com mais de 20 participantes. Partindo de proposta dos articuladores do grupo (Eduardo Lima e Marina Cunha, ambos do Laboratório Urbano UFBA), os participantes foram convidados a ler e interagir com os trabalhos de outros participantes da oficina.

Distribuídos em painéis pela sala de reunião, os textos e imagens receberam várias intervenções e questionamentos, criando as tensões que motivaram o diálogo em grupo que então se estendeu até o encerramento da primeira parte da oficina.

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* Os grupos de estudo aconteceram nos dias 5 pela tarde e 6 pela manhã na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFBA, integrando a programação do Corpocidade 4.

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Grupo de Estudo Alteridade, Imagem, Etnografia

Por Janaina Lisiak

O coordenador Xico Costa (CT – UFPB / PPGAU FAUFBA) e os articuladores Janaina Chavier Silva, Maria Isabel Rocha e Milene Migliano Gonzaga do grupo de estudo Alteridade, Imagem, Etnografia propuseram a formação de grupos para a articulação da temática, de forma experimental.

Ao mesmo tempo em que o grupo se torna objeto da própria pesquisa, é proposta que a associação de pesquisadores seja ou através da proximidade do tema/enfoque metodológico, ou através da aproximação pela discordância. Assim, as articulações deve-se seguir um novo elemento – um produto que seja fruto da discussão do grupo, não de um trabalho isolado.

Após a apresentação individual de cada participante, criou-se dois grupos que visam discutir e produzir novas idéias sobre a temática. Hoje pela tarde, os grupos devem, através de um representante, narrar a experiência e apresentar a imagem, de forma intuitiva, vaga, de qual seria a idéia proposta de projeto (para o futuro).

Após a provocação lançada ao grupo na tarde anterior, as experiências e processos foram narradas na manhã do dia 6 de dezembro. De forma a melhor identificar cada um, denominou-se um como “Cachaça” e o outro como “Ônibus”.

O grupo Cachaça apresentou o produto-imagem, imagem esta que não é cronológica, nem linear, mas uma cobra que mordeu o próprio rabo na tentativa de comunicar o que foi vivido. Discutindo sobre o conceito da temática Alteridade, Etnografia, Imagem, e a discussão sobre o pas de bourrée, a bebida destilada de cana de açúcar surgiu como dispositivo de apreensão da cidade para a experimentação do passo do bêbado. O deslocamento de um dos participantes em busca da cachaça gerou um processo de aproximação com o(s) outro(s), e o relato desta experiência cria imagem em cada uma das pessoas que a narrativa alcançou.

O grupo Ônibus traz a imagem como ponto de inflexão da articulação e estabelece um método de exploração a esmo de imagens, cujo destino final foi estabelecido 10 minutos após o trajeto do primeiro ônibus pego. De uma série de instrumentos-imagem, a imagem-síntese é a de um barco, que procura questionar o artefato em si e quais são as articulações que este possui entre os outros objetos e entre as pessoas.

As articulações, por fim, procuraram fugir da estrutura dita convencional de discussão, trazendo dispositivos de desestabilização (provocação) pelo processo etnográfico de ir ao campo, gerando processos de alteridade.

Confira fotos do processo.

* Os grupos de estudo aconteceram nos dias 5 pela tarde e 6 pela manhã na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFBA, integrando a programação do Corpocidade 4.

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Grupo de Estudo Subjetividade, Corpo, Arte 1a

Por Victor Bastos

Iniciamos o grupo de estudos Arte, Subjetividade, Corpo, coordenado por Fabiana Britto (PPGDança – UFBA) e articulado por Ana Risek (Labzat-UFBA), Lutero Almeida (Laboratório Urbano – UFBA) e Tiago Ribeiro (Labzat-UFBA), com a apresentação do campos de estudo e área de atuação de cada participante.

Depois desse levantamento pensamos juntos qual o modo de iniciarmos os nossos estudos, pois ninguém se conhecia. Daí, fizemos cada um, um “enganchamento” (a partir da ideia de gancho) nas  percepções, afetos, métodos, ideias, presentes na fala do outro. Materializamos esse pensamento fazendo um círculo de arame com post-it com o nome de cada um dos presentes.

No segundo dia, a proposta foi entender e abstrair todo o processo da “rede” construída no primeiro dia. Foram feitos questionamentos quanto ao nome do processo e como se dava as partes comuns e dissensuais dos participantes dentro da “rede”.

Por fim, foi mudado o formato dela para provocar um distanciamento e a mudança de visão dos participantes sobre a “rede”, o que motivou um entendimento mais amplo das correlações entre os trabalhos.

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* Os grupos de estudo aconteceram nos dias 5 pela tarde e 6 pela manhã na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFBA, integrando a programação do Corpocidade 4.

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Segundo dia

Confira fotos do segundo dia do Corpocidade4.

 

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Primeiro dia

O Corpocidade 4 foi aberto na manhã do dia 4 de dezembro. Primeiramente uma rápida mesa de abertura com Naia Alban (diretora da FAUFBA), além de Fabiana Britto (PPGDança – UFBA) e Paola Berenstein (PPGAU – FAUFBA).

Uma palestra de Pasqualino Magnavita (PPGAU – FAUFBA) sobre Subjetividade, Corpo e Arte iniciou o debate. Fabiana Britto e Thais Portela (PPGAU – FAUFBA), interlocutoras do Debate 1, dialogaram com a fala de Pasqualino Magnavita e afirmam que desde o primeiro Corpocidade (2008), vêem discutindo que todas essas coisas (subjetividade, corpo e arte) se fazem juntas e embrigadas num processo de relacionamento entre elas. Eduardo Rocha (FRB) coordenou a mesa.

Pela tarde, aconteceu o debate sobre Alteridade, Imagem, Etnografia. Na fala, ressaltadamente em português, de Alessia de Biase (LAA-ENSA Paris La Villete), a questão da tradução surgiu como uma ligação entre os temas. Segundo Alessia, a tradução – assim como a alteridade, imagem e etnografia – é uma questão de experiência, de contínua negociação. Cibele Risek (IAU – USP) e Xico Costa (CT UFPB) fizeram interlocuções sobre o tema. A mesa foi coordenada por Luiz Antônio Souza (Urbanismo UNEB).

O lançamento da REDOBRA 14 e outros livros fechou o dia.

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Transmissão online

Daqui a pouco começa a quarta edição do Corpocidade! Quem tiver interesse pode acompanhar o evento através da nossa transmissão online: http://aovivo.ufba.br/corpocidade

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